Começa a tornar-se clara a escolha de Álvaro, para Ministro da Economia. Ausente do país nos últimos anos (era docente no Canadá), primou recentemente pela ausência em matérias como a reorganização da AICEP e a venda da participação da EDP aos chineses.
Álvaro, não tem a "rede" de Ministros como Relvas. E nos grandes negócios que já se realizaram e nos que se seguem, não incomodou, nem vai incomodar. A escolha de Álvaro não foi um erro de casting. No quadro das privatizações em curso, Álvaro é o Ministro conveniente.

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