
Depois de ter sido o mentor do projecto EXPO 98, António Mega Ferreira reinventou com
sucesso a actividade cultural no CCB em contexto de máxima restrição orçamental. O seu mérito
é indiscutível e a sua competência consensualmente reconhecida. Cometeu o "pecado" de se
assumir socialista e por isso não será reconduzido como Presidente do CCB.
Parece que afinal o lugar estava prometido para Vasco Graça Moura, um destilador oficial de
ódio a tudo o que cheira a PS. Temo os efeitos do seu sectarismo obsessivo e incendiário em
funções de gestão cultural.
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