
1. PROJETO
De todas as candidaturas,
foi o PS que apresentou ideias novas e propostas concretas para o futuro do
concelho. O Programa “Garantia 1º Emprego Jovem”, a duplicação do apoio
domiciliário aos idosos, a Loja do Cidadão em Algés, o Palácio das Artes em
Oeiras, o Programa “Sei Nadar” para as crianças, o programa empresarial “Oeiras
Investe”, o novo transporte social porta-a-porta, o novo modelo de centro de saúde universitário em
Barcarena, a erradicação do amianto na Lusalite
e em todo o concelho, a defesa dos transportes públicos contra a
privatização da linha de Cascais. E enquanto o PS escolheu fazer uma campanha
com ideias, sóbria e de proximidade às pessoas, infelizmente, as outras principais
candidaturas centraram exclusivamente as suas campanhas no vácuo redundante do
culto de personalidade e na ostentação excessiva de tambores e buzinas, imprópria
e desrespeitosa perante as enormes dificuldades que as pessoas estão a passar.
2.
EQUIPA
O PS é a única candidatura
que apresenta, nas freguesias e nos órgãos municipais, uma equipa forte, experiente e credível, que junta socialistas e cidadãos
independentes de diferentes sensibilidades, com provas dadas na sua vida
profissional e política, conhecedores da realidade do concelho. Ao lado de Marcos
Sá estão pessoas como o Eng. João Proença (candidato a Presidente da Assembleia Municipal), o Dr. Rui Pereira, o Prof. João
Ferreira do Amaral, o Comandante Vicente Moura ou o Professor Sampaio da Nóvoa.
Os outros principais candidatos ou se escondem atrás do nome de alguém que nem
sequer concorre às eleições ou simplesmente não apresentam a equipa porque esta,
na prática, não significa uma mais valia para o concelho.
3.
LIDERANÇA
Marcos Sá, dos 3 candidatos
que disputam o lugar de Presidente de Câmara, é o único que consegue conciliar
a experiência política nacional como Deputado, tendo liderado o PS na Comissão
Parlamentar do Poder Local e Ambiente, com um caminho consistente e coerente de
atividade política em Oeiras. Vistas fez o seu percurso à sombra do PSD de
Oeiras e depois de Isaltino, não se conhecendo qualquer iniciativa ou obra
relevante, não tendo por isso nem estratégia nem dimensão nacionais essenciais para a
liderança do município. Moita Flores vindo de Santarém, pela forma como
escolheu a sua equipa e fez a sua campanha, demonstrou que não conhece Oeiras.
4. PORTUGAL
O voto no PS e em Marcos Sá
é o único que assinala a vontade de mudança na política de austeridade cega do
Governo PSD/CDS e da TROIKA. É o único
que garante a eleição de um Presidente de Câmara que levantará a voz contra as
medidas do Governo que afetam gravemente a população de Oeiras especialmente os mais desprotegidos. Sem o merecer, Passos
Coelho não deixaria de reivindicar para si um eventual bom resultado de Moita
Flores. E Vistas já provou durante os poucos meses em que exerceu funções de
Presidente que é passivo e subserviente perante este Governo, talvez por falarem
mais alto ainda as raízes de militância no PSD.
No próximo Domingo, Oeiras e Portugal
precisam do voto no PS e em Marcos Sá.


